J&J Empresas · Reforma Tributária para médicos
A Reforma Tributária e o médico: veja hoje, 2027 e 2033.
A maior mudança tributária em 60 anos já começou. Para a saúde há uma redução de 60% no IBS/CBS — mas a folha não gera crédito e a decisão de setembro/2026 é agora. Simule a sua transição em 10 segundos:
A saúde tem a maior redução do país
- Serviços de saúde: IBS/CBS com −60%
- Fator R é a chave: controle a folha, cai do Anexo V para III
- Decisão de set/2026: dentro ou fora do DAS
- Simule hoje × 2027 × 2033
Calculadora da Reforma Tributária
Simule a sua transição: hoje → 2027 → 2033
Informe a sua receita e a sua folha. A calculadora identifica o seu melhor regime hoje e projeta os tributos em 2027 (transição) e na projeção para 2033, com o veredito da decisão:
Projeção sobre a alíquota de referência de ~26,5% (CBS ~8,8% + IBS ~17,7%), ainda a ser fixada pelo Senado. O IBS/CBS é estimado sobre a receita (serviços têm poucos créditos e a folha não gera crédito). IRPJ, CSLL e INSS patronal continuam (a Reforma é só dos tributos sobre consumo). O Simples é mantido: permanecer "por dentro" ≈ carga de hoje, mas com crédito limitado ao cliente. Não substitui análise — peça o diagnóstico.
O essencial
O que a Reforma muda para o médico
Estamos em 2026, o primeiro ano da transição. Três coisas você precisa saber agora:
Saúde: −60% de IBS/CBS
Os serviços de saúde, incluindo a medicina, terão IBS e CBS com redução de 60% (arts. 128 a 134 da LC 214/2025). Sobre a referência de ~26,5%, a carga de consumo projetada fica em torno de ~10,6%.
A folha não gera crédito
O IBS/CBS é não-cumulativo, mas o seu maior custo — a folha — não dá crédito. Por isso a estrutura (Simples × regime regular) e o mix de receita passam a importar ainda mais.
A decisão de setembro/2026
O optante do Simples escolherá pagar o IBS/CBS dentro do DAS ou por fora (gerando crédito ao cliente PJ — relevante para quem atende convênios e empresas).
Ponto de partida
Onde você está hoje — antes da Reforma virar
Para projetar o futuro, a calculadora primeiro identifica o seu melhor regime atual. Hoje, a maioria dos médicos paga menos no Simples Nacional, onde o Fator R (folha ÷ receita ≥ 28%) leva ao Anexo III (começa em 6%) em vez do Anexo V (15,5%). Clínicas com estrutura ainda podem usar a equiparação hospitalar no Lucro Presumido (base reduzida de 8%/12%). Esse é o seu ponto de partida — e ele continua valendo durante toda a transição, até 2033.
Não precisa decidir nada sozinho: a J&J identifica o melhor regime de hoje, projeta a Reforma e prepara a sua decisão de setembro/2026 — tudo no diagnóstico.
A escolha que você faz agora
Setembro/2026: dentro do DAS ou por fora?
Essa é a decisão prática mais importante da transição para quem está no Simples. Em setembro de 2026 (com efeito em 2027), o optante escolhe como recolher o IBS e a CBS:
Dentro do DAS (regime do Simples)
Mais simples: o IBS/CBS continua na guia única do Simples. Porém, o crédito que você transfere a clientes PJ é limitado. Costuma ser a melhor opção para quem atende pessoas físicas (B2C).
Por fora (regime regular)
Mais complexo, mas gera crédito integral de IBS/CBS para o cliente PJ. Faz sentido para médicos com forte clientela de convênios, hospitais e empresas (B2B), que valorizam esse crédito.
Não há resposta única: depende do seu mix de clientes e da sua estrutura. É exatamente o tipo de decisão que se faz com cálculo e antecedência — e é o coração do nosso diagnóstico.
O que evitar
Os 6 erros do médico na transição da Reforma
Achar que a Reforma não te afeta
“Estou no Simples, não muda nada” é o erro mais perigoso. Muda a forma de recolher, o crédito que você transfere e a decisão de setembro/2026. Quem se prepara antes larga na frente.
Perder a janela de setembro/2026
É quando o optante do Simples escolhe pagar o IBS/CBS dentro do DAS ou por fora. Escolher errado (ou no automático) pode custar caro pelos anos seguintes.
Esquecer que a folha não gera crédito
No IVA, o crédito vem de insumos tributados — e a folha, seu maior custo, não entra. Estruturas pensadas para o crédito errado vão se frustrar.
Atender convênio/empresa sem pensar em crédito
Se o seu cliente é PJ, ele vai querer o crédito de IBS/CBS. Não gerar esse crédito pode te tirar contratos. É decisão de estrutura, não de sorte.
Continuar como autônomo
Antes e depois da Reforma, receber como pessoa física (carnê-leão, até 27,5%) segue sendo o caminho mais caro para quem fatura bem.
Contador que não domina a transição
A Reforma é nova para todo mundo. Um contador que não estuda IBS/CBS, reduções setoriais e a regra de setembro/2026 vai te deixar exposto.
A solução
Como a J&J conduz a sua transição
Do diagnóstico de hoje à decisão de setembro/2026 — para você focar nos pacientes, não na legislação.
✓ Diagnóstico da transição
Mapeamos a sua carga de hoje (melhor regime atual) e projetamos 2027 e a projeção para 2033, para você decidir a estrutura com números — não com achismo.
✓ Simulação personalizada de IBS/CBS
Calculamos o impacto real da redução de 60% da saúde no seu faturamento e na sua estrutura de custos (lembrando: a folha não gera crédito).
✓ A decisão de setembro/2026
Orientamos a escolha estratégica: pagar IBS/CBS dentro do DAS (mais simples) ou por fora (gera crédito ao cliente PJ — relevante para quem atende convênios e empresas).
✓ Melhor regime hoje
Durante a transição, o regime atual ainda vale. Gerimos o Fator R e o pró-labore para manter você no enquadramento mais econômico agora.
✓ Crédito para clientes PJ
Estruturamos a geração de crédito de IBS/CBS para convênios, hospitais e empresas que contratam você — um diferencial competitivo no novo modelo.
✓ Contabilidade completa e humana
Escrituração, obrigações, folha e eSocial em dia. E você fala direto com a gente, sem call center.
Projeções com base na LC 214/2025; a alíquota de referência ainda será fixada pelo Senado. Planejamento tributário é atribuição do contador. Cada caso depende de análise.
Abertura e regularização
Como abrir a sua empresa médica — o que o CRM exige
Constituir a PJ é só o primeiro passo: para prestar serviços médicos, a empresa precisa estar inscrita no Conselho Regional de Medicina (CRM). O que a norma exige:
Onde se registra
A empresa é constituída na Junta Comercial (ou em cartório, se sociedade simples) e, em seguida, inscrita no CRM do estado onde atua. Sem o registro no conselho, ela não pode funcionar.
Responsável técnico
É obrigatório um Diretor Técnico Médico — médico inscrito e quite com o CRM. A troca do diretor deve ser comunicada ao conselho em até 24 horas.
Sócios e atuação
Os sócios não precisam ser todos médicos — a exigência recai sobre o Diretor Técnico. Mas o ato médico só pode ser praticado por profissional inscrito.
Base legal
Resolução CFM nº 1.980/2011 (registro e responsabilidade técnica de pessoa jurídica) c/c Lei nº 6.839/1980 (registro em conselho pela atividade básica).
Na prática, para a sua atividade
Clínicas com estrutura para exames e procedimentos podem avaliar a equiparação hospitalar (base reduzida no Lucro Presumido). E quem atende convênios e empresas (PJ) deve estruturar a geração de crédito de IBS/CBS para a Reforma.
A J&J cuida da abertura completa: constituição da empresa, inscrição no conselho, indicação do responsável técnico e enquadramento tributário — tudo conforme a norma vigente.
Dúvidas frequentes
A Reforma e o médico, sem juridiquês
A Reforma Tributária vai aumentar o imposto do médico?
Depende do seu cliente — e essa é a resposta honesta. A saúde ganhou uma redução de 60% no IBS/CBS (carga projetada ~10,6%), e quem fica no Simples 'por dentro' mantém a guia praticamente igual. Porém: o optante do Simples transfere crédito limitado, então médicos que atendem empresas e convênios (PJ) tendem a perder competitividade e podem precisar migrar para o regime regular, onde a carga direta sobe. Para clínicas nas faixas menores do Simples (hoje 4–8%), o IBS/CBS de ~10,6% pode ser um aumento. Quem atende pessoa física tende a ficar estável. A calculadora desta página separa os dois casos.
Quem está no Simples Nacional precisa se preocupar?
Sim, mas sem pânico. O Simples é mantido. A mudança principal é que, em setembro de 2026, o optante decide se vai recolher o IBS/CBS dentro do DAS (mais simples) ou por fora, no regime regular (que gera crédito integral para clientes PJ). Para quem atende convênios e empresas, essa decisão pode definir contratos.
O Fator R e os Anexos do Simples acabam com a Reforma?
Não — eles continuam. A LC 214/2025 manteve o Simples Nacional e os Anexos I a V com a mesma numeração; os serviços médicos seguem no Anexo III ou V conforme o Fator R (folha + pró-labore ≥ 28% da receita). Durante a transição (2026–2032), a carga do Simples não muda: apenas os nomes dos tributos dentro do DAS deixam de ser PIS, COFINS, ISS e ICMS e passam a ser CBS e IBS. Há um ajuste técnico no cálculo do RBT-12 (a base do Fator R), que melhora a previsibilidade. Em 2033, quando o IBS e a CBS entram integralmente, está prevista uma revisão das alíquotas internas dos anexos. Ou seja: a estratégia do Fator R para chegar ao Anexo III segue plenamente válida — é dela que a calculadora desta página parte.
O que muda em 2027, na prática?
Em 2027, a CBS entra cheia e substitui o PIS e a COFINS; o Imposto Seletivo começa. Mas o IBS fica em apenas 0,1% e o ISS continua integral até começar a cair em 2029. Ou seja: 2027 é quase neutro na sua conta. A virada real acontece de 2029 a 2033, quando o ISS é extinto e o IBS sobe — por isso a estrutura se decide agora.
O que é a redução de 60% da saúde?
A LC 214/2025 (arts. 128 a 134) concede aos serviços de saúde — incluindo a medicina — uma redução de 60% nas alíquotas de IBS e CBS. Sobre uma referência de ~26,5%, isso projeta uma carga de consumo em torno de 10,6%. É a maior proteção setorial da Reforma, mas não dispensa planejamento, porque IRPJ, CSLL e INSS continuam por fora.
Como funciona o crédito de IBS/CBS para quem me contrata?
O IVA é não-cumulativo: quando uma empresa (convênio, hospital, clínica) contrata você e você está no regime regular, ela toma crédito do IBS/CBS que você destacou. Se você está no Simples recolhendo dentro do DAS, esse crédito é limitado. Por isso, médicos com clientela PJ devem avaliar com cuidado como recolher — é o que fazemos no diagnóstico.
Por onde começo a me preparar?
Pelo diagnóstico: identificamos o seu melhor regime hoje, projetamos 2027 e a projeção para 2033, e preparamos a decisão de setembro/2026. Quanto antes, mais opções você tem — inclusive ajustar a estrutura societária e o mix de receita com calma.
Base legal: Emenda Constitucional 132/2023 e Lei Complementar 214/2025 (IBS, CBS, reduções setoriais e transição). Projeções sobre a alíquota de referência estimada; valores e regras conforme a legislação vigente. Conteúdo informativo.
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